Liberta-te ou morre

Agora, amigo! É agora ou nunca.
Enquanto há vento e enquanto há tempo.
Não te peço coragem, peço-te vontade;
não te peço heroismo, peço dignidade.

Mas se ficares calado, cala-te para sempre:
não voltes a dizer-me que foste enganado.
Hoje perdes a voz, amanhã a liberdade
e então dirás: agora já é tarde!


Se o comandante aponta para o mapa
mas os teus olhos vêem um rochedo,
agarra o leme sem hesitar, sem medo.


Trabalhador, está nas tuas mãos.
Não há depois, está na hora, o tempo corre.
“Meu povo, liberta-te ou morre”.


Nota:
O último verso é copiado do poema de Joaquim Namorado, “Port Wine”. O resto é um aviso… de improviso.

+ informações sobre a greve geral +

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