Princesa republicana


Para ser quem é e para ter o que tem, Isabel dos Santos não precisava de estudar e trabalhar. Isso não pode ser dito de todas as princesas... republicanas.

Depois - ou antes? - aquele sorriso jovial, aquela simpatia genuína, conquistaria facilmente o coração e a fortuna que ela quisesse, sem ter que ser filha do Presidente de Angola.

Herdou uma situação económica privilegiada? Não sei se isso é para ela assim tão importante como para os seus detractores - tão reverentes, geralmente, às princesas monárquicas.

Segundo António Costa, director do Diário Económico, citado em wikipedia, «Isabel dos Santos investe em Portugal há anos, e tem participações que são geridas de forma profissional, com a indicação de gestores profissionais, com o perfil que se exige a empresas cotadas e mercados desenvolvidos. É o caso da NOS e do BPI, por exemplo, e não há notícia, em nenhuma das empresas, de problemas com a accionista Isabel dos Santos. Pelo contrário, porque não só investe, como abre mercados às empresas onde tem capital».

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