Mostrar mensagens com a etiqueta 1 de Maio. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta 1 de Maio. Mostrar todas as mensagens

2020/05/06

Lógica sindical

A celebração do 1º de Maio, que a CGTP levou a cabo neste contexto de pandemia, mereceu críticas mais ou menos vigorosas de muita gente que nunca apoiou ou tolerou o movimento sindical verdadeiramente representativo.

O que lhes pesa é a capacidade organizativa e militante da organização sindical responder, na lógica dos explorados e não na lógica dos instalados, à ditadura dos poderes económicos-financeiros e ao silenciamento dos seus porta-vozes.

É significativa a tolerância e até o apoio destes críticos em relação às pressões das organizações patronais para precipitar a abertura dos negócios e das empresas em geral com os inevitáveis riscos para a saúde pública, riscos que não estiveram presentes com a iniciativa sindical.

É significativo como Pedro Adão e Silva, por exemplo, diz em “O Outro Lado” (2020Maio5) que “não há nada que prejudique tanto a saúde de uma população como o empobrecimento” para daí concluir os efeitos nefastos sobre a saúde pública que decorrem... do “fechamento da economia” (isto é, das empresas).

Ficamos a aguardar a sua solidariedade com aqueles que reivindicam, pelas formas que podem, trabalho estável e decentemente remunerado. Os trabalhadores representados na CGTP, e não só, certamente aproveitariam mais do que aproveitam com o seu alinhamento no coro anti-sindical.

2020/04/22

1 de MAIO e pandemia


Convocar concentrações de trabalhadores neste 1º de Maio de 2020 seria um fiasco de participação e uma irresponsabilidade irreparável da CGTP que, obviamente, nunca esteve nas suas intenções.

«... não sendo possível realizar as manifestações e concentrações que juntariam muitos milhares de trabalhadores em todo o País, iremos dar expressão à indignação, protesto e reivindicações dos trabalhadores nas mais diversas formas...» (cgtp.pt)