Mostrar mensagens com a etiqueta Tratado de Lisboa. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Tratado de Lisboa. Mostrar todas as mensagens

2008/06/15

Tratado de Lisboa 2


Numa Europa onde as bandeiras já não representam os povos mas sim os governantes e as selecções de futebol, há uma honrosa excepção: a Irlanda.

2008/06/08

Tratado de Lisboa

Está agora nas mãos dos eleitores irlandeses a decisão sobre o Tratado de Lisboa de que tratei AQUI noutra oportunidade.

É demasiada a responsabilidade que recaiu sobre este povo - de certo modo, eles terão que votar por todos os cidadãos da União Europeia, já que a todos os outros foi recusado o direito ao referendo.

Divulgo e apoio adiante a iniciativa de um outro "bloguista" que se dirige ao povo irlandês com um apelo ao voto contra este abuso do poder político por parte dos dirigentes europeus: http://notolisbontreaty.blogsome.com/

2008/01/12

Promessas

À esquerda, um filósofo grego; à direita, um filósofo alemão.


1.Consta que a irmã do alemão falseou os seus escritos após a sua morte, para apoiar uma causa anti-semita, o que lhe valeu, à irmã, morrer confortavelmente sob a tutela nazista. Com efeito há quem sustente que os escritos de Nietzsche revelam repulsa ao anti-semitismo.
Moral da história: a mentira compensa!


2.Durante toda a vida, o alemão tentou explicar o insucesso da sua literatura, chegando à conclusão de que nascera para os leitores do porvir. Isto é, que só no futuro se haveriam de compreender sentenças como: «o homem é o animal que pode fazer promessas».
Moral da história: mentir é humano!

3. Parafraseando o grego Sócrates : «A razão porque não deves mentir» ao povo nas campanhas eleitorais não é apenas porque isso é falsa concorrência baseada em publicidade enganosa, é sobretudo «porque tu vais ter que viver com o trapaceiro durante a vida toda! Moral da história: ó bem que és sério, ó bem que és primeiro- ministro!

Para Karl Marx, "república parlamentar" não é sinónimo de "democracia", como pretende a filosofia política do liberalismo. A república parlamentar não garante "a liberdade"; antes constitui uma forma de dominação. Ao contrário da monarquia ou da ditadura militar (onde apenas um sector da burguesia domina), na república parlamentar é a burguesia no seu conjunto que exerce o domínio através do Estado e das suas instituições "representativas".