15/06/2008

Tratado de Lisboa 2


Numa Europa onde as bandeiras já não representam os povos mas sim os governantes e as selecções de futebol, há uma honrosa excepção: a Irlanda.

6 comentários:

abelhinha disse...

rsrsrs...António, esta abelhinha, é inofensiva, as ferroadelas ficam só para quando há fogo por perto....rsrsrs
se não fosse assim, morria logo de seguida, e quero ter longos anos ainda pela frente...rsrsrsrs
Bzummmzummm grande e obrigada pela visita á minha colmeia, tens lá um favo sempre guardadinho para ti...rsrs

MFerrer disse...

Passe por lá. Pode ser que fique um bocado mais esclarecido sobre a verdadeira índole dos referendários militantes...
MFerrer
http://homem-ao-mar.blogspot.com

MFerrer disse...

Curioso!
A Inglaterra, o maior país da UE e a mais antiga democracis representativa de Europa, ratificou ontem o Tratado de Lisboa!
Curioso também verificar que a séria e oportuna comunicação social, em bloco, se absteve de dar a notícia!
Deve ser por serem sérios e pouco manipuladores.
MFerrer

antónio m p disse...

Caro mferrer:
Foi a Câmara dos Lordes da Grã-Bretanha que aprovou na quarta-feira o Tratado de Lisboa, não foi a população. E essa é a questão que eu abordo aqui.
Não, não "passo por lá" para aprender com Thatcher, Blair, Brown... Até porque eu não sigo modelos nacionais nem mesmo o modelo de um país de lordes.

fotógrafa disse...

Neste primeiro dia de verão,venho desejar a todos, um fim de semana radioso, e para os do Norte…BOM FDS prolongado, com o São João a caminho…
abraço

Anónimo disse...

Muito bem visto, António.
Realmente tem sido um nojo a maneira como, por exemplo os portugueses, têm usado a bandeira para apoiar o novo "ópio do povo", que é o futebol.
Quando tanta coisa politicamente importante tem acontecido!
Vivam os irlandeses que recusaram mais um disparate europeístas.
Um abraço

António Silva