«... mesmo assim não chegava para as encomendas, mormente nas horas de ponta. Com o espraiar das zonas urbanas do Porto e de Gaia em direcção ao mar, a ponte D. Luiz I foi-se cada vez mais convertendo em autêntico, - mas venerável - gargalo no complexo tráfego entre as duas margens do Douro. Era preciso lançar outro elo de comunicação entre as duas margens...» Texto da FE/UP http://paginas.fe.up.pt/porto-ol/lfp/luiz.html
Não há que estranhar as semelhanças desta e da ponte ferroviária D. Maria Pia (1877) com a estrutura da torre Eiffel, visto que o engenheiro francês que deu nome à torre de Paris, foi também o autor das duas pontes do Douro.

O que é de estranhar é que um espectáculo amargo-doce de saltos para o rio desde o tabuleiro da ponte D. Luis ocorra ali aos fins de semana, por adolescentes locais, como se vê (mal) na foto seguinte. A imagem não mostra o mêdo que há na coragem, a insegurança que eles próprios denunciam ao benzer-se durante a queda.
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1 comentário:
Vão continuar a mergulhar, mas num "rio" sem foz...
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