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2011/02/18

Revoluções e tecnologias

«Las nuevas tecnologías son una herramienta para luchar contra las dictaduras, pero no son nada si no hay detrás unos valientes que levanten la voz».

«La historia del cibermilitante Wael Ghonim, de 30 años, ilustra la importancia de esos nuevos actores que hacen temblar las dictaduras árabes.

A pesar de su alto cargo en la oficina de Google para Oriente Medio, con sede en los Emiratos, Wael fue secuestrado en plena calle a finales de enero por la policía secreta egipcia. Habían descubierto que, bajo el seudónimo de el shahid (mártir), ese egipcio había creado un perfil de Facebook para convocar, con mucho éxito, a manifestaciones contra la dictadura.


Además, administraba una página en honor de
Jaled Said (foto ao lado),
un joven bloguero asesinado por la policía en junio pasado en Alejandría».


Foto de Wael-Ghonim recortada do Facebook. Texto recortado AQUI

2011/02/11

À espera dos militares (recuperado)


Não parece haver muitas dúvidas de que serão as Forças Armadas quem irá decidir, em última instância, o desfecho da revolta no Egipto. E a aparente neutralidade com que se tem posicionado, pode ser interpretada como distanciamento em relação ao poder instituído, antes de mais, e em relação a forças para-militares como a polícia que apoia o governo, o que denuncia aproximação em relação à Oposição. Às oposições!, entre as quais se identificam a "Irmandade Muçulmana" e a "Associação Nacional para a Mudança", de ElBaradei.

É provável que a Oposição esteja a aliciar e a negociar com as Forças Armadas no sentido de assegurar a sua colaboração e que estas estejam “a contar armas” no seu seio, e a aguardar o momento oportuno para intervir decisivamente. Se assim fôr, o que se espera é que as forças pró-governamentais não mostrem capacidade para oferecer qualquer resistência.

Ao contrário do pretendido pelos apoiantes de Mubarak*, o agravamento das tensões e a provocação violenta dos pro-governamentais, irão acelerar o processo, visto que tal situação colocará ao Exército o imperativo de intervir.
2011 Fev 03, às 09h30

* Segundo resistir.info, «Não há manifestantes nenhuns a favor de Mubarak. Há, sim, polícias à paisana e marginais por ela recrutados, armados e pagos».

Mubarak e o poder


A ver vamos quem ri no fim...
(Ainda que o fim seja apenas o princípio)