Quando Dilma Rousseff diz que “é a cidadania e não o poder econômico quem deve ser ouvido em primeiro lugar”, ela está a ser sincera. Ela que foi presa e torturada por se opor ao autoritarismo no Brasil.
Quando Passos Coelho diz: “sabemos para onde queremos ir e não vamos desistir”, também está a ser sincero!...
E quando Poiares Maduro, adjunto de P. Coelho, diz que “um dos grandes problemas em Portugal é que tudo é contestado”, fala com a mesma convicção.
Moral da história: não é o grau de convicção mas o grau de solidariedade social e o sentido de justiça que distinguem os políticos.