21/08/2014

Histórias de terrorismos

«No dia em que os leões também forem ouvidos, muitas surpresas teremos com as histórias de caça»

«»Ditado africano adaptado.

3 comentários:

antónio m p disse...

"Parece-me que os responsáveis norte-americanos faziam melhor ao preocupar-se com os seus problemas internos de grande escala [...] em vez de seguir políticas do passado de intervenção nos assuntos de outros países e na mudança de regimes indesejáveis sob o falso pretexto de proteger a democracia e os direitos humanos", afirmou Konstantin Dolgov, comissário para os direitos humanos do Ministério dos Negócios Estrangeiros russo, citado pela Reuters.
Recortado em Jornal de Negócios de hoje.

antónio m p disse...

«O cinismo e a hipocrisia das justificações do imperialismo para intervir no caos que criou no Médio Oriente não têm limites. E são idênticos aos que utiliza para não intervir. Agora bombardeia no Iraque “para prevenir um possível acto de genocídio”. Mas nada tem a dizer ou a fazer acerca da campanha de genocídio do povo palestino conduzida por Israel».

Texto de Robert Fisk em odiario.info

antónio m p disse...

Quando os leões também falam, antes de morrer:

«Bush acusou o Iraque de ter ou desenvolver armas de destruição em massa, contrariando as resoluções da ONU impostas após a Guerra do Golfo, e de manter vínculos com o terrorismo internacional. Saddam Hussein, que negou as acusações, acusou Bush de manipular a suposta ameaça que o Iraque representava para a paz mundial e acrescentou que a única coisa que Washington buscava no Iraque era o controle do petróleo no Oriente Médio».