Da demagogia à economia

Quem vê os estádios super-lotados, os concertos esgotados e as salas de cinema cheias, pergunta-se legitimamente se “afinal há dinheiro ou não há dinheiro”.

Grande confusão aqui vai! É a percepção de quem está numa fila de trânsito e julga que o engarrafamento é sinal de que as pessoas andam "todas " de carro em vez de usarem os transportes públicos. Se o motorista que faz esta crítica, andasse de autocarro, teria uma opinião oposta. Mas por alguma razão ele anda de automóvel!... 

Muito mais haveria a dizer sobre estas avaliações do bem-estar geral. Mas deixemos a esfera da moral e consideremos argumentos económicos reais.

É que aquelas actividades lúdicas, além de mais, contribuem directa e indirectamente, com impostos e promoção turística, para as receitas do Estado que, por sua vez, permitem melhorar os serviços públicos. E fazem-no em função da disponibilidade voluntária dos participantes, e não de contribuições forçadas e alheias às possibilidades dos contribuintes. É a tal questão dos impostos directos ou indirectos.

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