Mostrar mensagens com a etiqueta demagogia de direita. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta demagogia de direita. Mostrar todas as mensagens

2017/02/07

Contradições insuperáveis



O recrudescimento do terrorismo nos conflitos internacionais alimenta juízos e estratégias que podem extravasar a racionalidade e tornar-se, elas próprias, perigosas para as vítimas do terrorismo.

As medidas de Donald Trump bastariam para ilustrar e demonstrar esta tese. A perversidade a que levam tais juízos e estratégias é-nos relatada nos noticiários: são as novas “medidas de segurança interna” em suposta alternativa à “segurança mundial”, e os seus efeitos para os próprios americanos, nomeadamente em matérias económicas e dos direitos individuais.

Por outro lado, e com as notícias actuais sobre a contestação das grandes multinacionais americanas, ficam à vista as contradições insuperáveis de profetas imperiais como Trump.


Cruzando uma sentença de Jesus Cristo com uma tese de Karl Marx, diria que “é mais fácil a um camelo passar no buraco de uma agulha” do que os interesses dos povos – onde for o caso – passarem no crivo dos exploradores, corruptos, negociantes de armas…

Qualquer coisa me diz que Trump chegará a uma espécie de concertação social em que… as multinacionais sairão satisfeitas e tudo voltará à "normalidade" - numa primeira fase.

2016/03/01

Da demagogia à economia

Quem vê os estádios super-lotados, os concertos esgotados e as salas de cinema cheias, pergunta-se legitimamente se “afinal há dinheiro ou não há dinheiro”.

Grande confusão aqui vai! É a percepção de quem está numa fila de trânsito e julga que o engarrafamento é sinal de que as pessoas andam "todas " de carro em vez de usarem os transportes públicos. Se o motorista que faz esta crítica, andasse de autocarro, teria uma opinião oposta. Mas por alguma razão ele anda de automóvel!... 

Muito mais haveria a dizer sobre estas avaliações do bem-estar geral. Mas deixemos a esfera da moral e consideremos argumentos económicos reais.

É que aquelas actividades lúdicas, além de mais, contribuem directa e indirectamente, com impostos e promoção turística, para as receitas do Estado que, por sua vez, permitem melhorar os serviços públicos. E fazem-no em função da disponibilidade voluntária dos participantes, e não de contribuições forçadas e alheias às possibilidades dos contribuintes. É a tal questão dos impostos directos ou indirectos.