"Liberdade de Informação" já temos - no quadro do sistema político vigente... Agora "só" falta a liberdade de sermos informados!
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2016/09/19
2016/06/22
Canais há muitos...
Não, o jornalismo não é uma missão, é uma profissão. O objectivo de um órgão (privado) de Informação, não é servir, é vender – ou então é servir no mesmo sentido em que o é qualquer outra actividade comercial. Mais: quando um
jornalista serve uma missão, afasta-se da sua função.
Ora isto acontece sempre que se enfatiza uma posição em relação a outra, mas acontece de forma mais sinistra ao censurar o protagonista de um conflito mundial. E assume contornos inquisitoriais quando esse procedimento é sistemático, instituído. É o que “nós” fazemos aos discursos de Bashar al-Assad.
A pretexto de negar visibilidade a um suposto hereje da sua religião, o jornalista nega ao público o direito de saber o que diz o protagonista de grandes conflitos mundiais. Nega ao público! Em nome da democracia!
Em nome da democracia, da nossa, devíamos ter o direito de saber o que dizem os amigos e os inimigos da nossa crença. Depois chamem um regimento de sacerdotes comentadores para desdizê-lo, se lhes fizer falta, mas não nos tapem os olhos e os ouvidos.
Que mal faria se nos deixassem ouvir coisas como estas?:
«… Uma vez que o seu plano terrorista (dos estados inimigos da Síria) falhou apesar de toda a destruição e massacres perpetrados, adquiriram a convicção que o essencial do seu plano político ainda poderia materializar-se pelo ataque à Constituição.
Na verdade, o seu plano inicial consistia em fazer de forma que o terrorismo dominasse completamente o país concedendo-lhe uma pertença qualidade de moderação, e de legitimidade, depois, decidida evidentemente pelo estrangeiro, que instalaria um caos absoluto impondo como única saída uma Constituição étnica e confessional transformando um povo ligado à sua terra natal em grupos rivais anexados às suas seitas e apelando à intervenção estrangeira contra os seus compatriotas…».
Este discurso foi proferido pelo presidente da Síria, Bashar al-Assad, no passado dia 7, na sequência das eleições parlamentares da Síria.
Sabia? Pois, não sabia! E não é por falta de canais, é porque há uma epidemia de censura na “comunicação social”.
Ora isto acontece sempre que se enfatiza uma posição em relação a outra, mas acontece de forma mais sinistra ao censurar o protagonista de um conflito mundial. E assume contornos inquisitoriais quando esse procedimento é sistemático, instituído. É o que “nós” fazemos aos discursos de Bashar al-Assad.
A pretexto de negar visibilidade a um suposto hereje da sua religião, o jornalista nega ao público o direito de saber o que diz o protagonista de grandes conflitos mundiais. Nega ao público! Em nome da democracia!
Em nome da democracia, da nossa, devíamos ter o direito de saber o que dizem os amigos e os inimigos da nossa crença. Depois chamem um regimento de sacerdotes comentadores para desdizê-lo, se lhes fizer falta, mas não nos tapem os olhos e os ouvidos.
Que mal faria se nos deixassem ouvir coisas como estas?:
«… Uma vez que o seu plano terrorista (dos estados inimigos da Síria) falhou apesar de toda a destruição e massacres perpetrados, adquiriram a convicção que o essencial do seu plano político ainda poderia materializar-se pelo ataque à Constituição.
Na verdade, o seu plano inicial consistia em fazer de forma que o terrorismo dominasse completamente o país concedendo-lhe uma pertença qualidade de moderação, e de legitimidade, depois, decidida evidentemente pelo estrangeiro, que instalaria um caos absoluto impondo como única saída uma Constituição étnica e confessional transformando um povo ligado à sua terra natal em grupos rivais anexados às suas seitas e apelando à intervenção estrangeira contra os seus compatriotas…».
Este discurso foi proferido pelo presidente da Síria, Bashar al-Assad, no passado dia 7, na sequência das eleições parlamentares da Síria.
Sabia? Pois, não sabia! E não é por falta de canais, é porque há uma epidemia de censura na “comunicação social”.
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2009/05/11
Liberdades americanas
«During the Cold War, a group of Russian journalists toured the United States. On the final day of their visit, they were asked by their hosts for their impressions. 'I have to tell you,' said their spokesman, 'that we were astonished to find after reading all the newspapers and watching TV, that all the opinions on all the vital issues were by and large, the same. To get that result in our country, we imprison people, we tear out their fingernails. Here, you don't have that. What's the secret? How do you do it?'
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2008/12/18
Por que te calas
RTP SIC TVI etc
É preciso ler El PAIS (2008-12-18) para saber que...
«La Cámara de Representantes de Colombia aprobó en la madrugada del miércoles el proyecto de convocatoria de referéndum que permitirá al presidente, Álvaro Uribe, repetir mandato en 2014. El texto fue aprobado en una sesión extraordinaria convocada por el Gobierno en el último día del año legislativo, lo que se interpreta como una señal clara del deseo de Uribe de ser reelegido en 2010».
E também que ...
«la justicia penal y disciplinaria está investigando a ministros, ex ministros y funcionarios de este Gobierno por dar prebendas a favor de votos vitales para sacar adelante la primera reelección. Y tampoco está claro aún cómo se financió la campaña de recolección de firmas para este segundo intento».
Porque se calam os jornais portugueses?
«La Cámara de Representantes de Colombia aprobó en la madrugada del miércoles el proyecto de convocatoria de referéndum que permitirá al presidente, Álvaro Uribe, repetir mandato en 2014. El texto fue aprobado en una sesión extraordinaria convocada por el Gobierno en el último día del año legislativo, lo que se interpreta como una señal clara del deseo de Uribe de ser reelegido en 2010».
E também que ...
«la justicia penal y disciplinaria está investigando a ministros, ex ministros y funcionarios de este Gobierno por dar prebendas a favor de votos vitales para sacar adelante la primera reelección. Y tampoco está claro aún cómo se financió la campaña de recolección de firmas para este segundo intento».
Porque se calam os jornais portugueses?
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