Metáfora para os tempos que correm


Quem escrevera Port-Wine, que eu já conhecia numa gravação de Mário Viegas, não podia ser menos que uma entidade transcendente. Mas foi na aldeia do meu pai que o encontrei, por acaso, ao entrar na Casa do Povo de Murtede. Não o achei simpárico, Joaquim Namorado, o mítico autor do poema! O mito fez-se homem onde menos esperava.

Compreendi que a obra transcende o autor.

Não me venham por isso com as histórias privadas e mesquinhas do genial pintor que deixava a roupa espalhada pela casa ou do revolucionário que...


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