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2020/07/18
2020/05/18
Costa apoia Marcelo
Com o apoio apressado de António Costa a Marcelo ficam debilitadas candidaturas do PS que ele não deseja.
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2010/10/06
Mário Soares dixit
Mário Soares deixou duas notas bem destacadas que hão-de marcar o seu discurso até às próximas eleições presidenciais, na entrevista de ontem, 5 de Outubro, a Mário Crespo.
Imagem de outra entrevista
Primeiro: que a grave situação económico-social em que Portugal se encontra é devida à crise internacional e à incompetência da União Europeia, face ao que ninguém teria melhor política do que tem José Sócrates.
Segundo: que Cavaco Silva é um bom presidente. Entenda-se esta nota, sempre dita de forma indirecta através de elogios pontuais, como a sua luta contra a candidatura de Manuel Alegre que foi seu opositor nas eleições anteriores. Só quem não conheça Mário Soares pode estranhar que ele ponha o seu orgulho pessoal acima da sua coerência ideológica.
Mas há dois aspectos formais que gostaria de realçar à margem do conteúdo desta entrevista.
O primeiro, é que a figura socialmente mais importante é quem pode tomar a iniciativa de estender a mão ao interlocutor e não ao contrário como temos visto proceder, não só a animadores pouco convencionais, mas também a jornalistas menos educados. E nisso Mário Soares comportou-se de forma elevada no fim da entrevista, ao estender a mão ao jornalista – e não falo, neste caso!!!, em sentido figurado.
O segundo aspecto formal é que, em Televisão, a figura mais importante – como é o entrevistado em relação ao entrevistador – deve ser sentada à direita da imagem e não o contrário. Há quem admita haver programas em que o apresentador é assumidamente “a figura” do programa, o que poderia justificar a troca de posições. Esteve bem, enfim, a realização da entrevista ao reservar o lugar da direita para Soares.
Não são regras de mera etiqueta, são normas de convivência e comunicação social tão razoáveis como não deitar lixo na via pública – quando temos tantos canais para fazê-lo, o que não é de todo o caso da Sic Notícias.
Imagem de outra entrevistaPrimeiro: que a grave situação económico-social em que Portugal se encontra é devida à crise internacional e à incompetência da União Europeia, face ao que ninguém teria melhor política do que tem José Sócrates.
Segundo: que Cavaco Silva é um bom presidente. Entenda-se esta nota, sempre dita de forma indirecta através de elogios pontuais, como a sua luta contra a candidatura de Manuel Alegre que foi seu opositor nas eleições anteriores. Só quem não conheça Mário Soares pode estranhar que ele ponha o seu orgulho pessoal acima da sua coerência ideológica.
Mas há dois aspectos formais que gostaria de realçar à margem do conteúdo desta entrevista.
O primeiro, é que a figura socialmente mais importante é quem pode tomar a iniciativa de estender a mão ao interlocutor e não ao contrário como temos visto proceder, não só a animadores pouco convencionais, mas também a jornalistas menos educados. E nisso Mário Soares comportou-se de forma elevada no fim da entrevista, ao estender a mão ao jornalista – e não falo, neste caso!!!, em sentido figurado.O segundo aspecto formal é que, em Televisão, a figura mais importante – como é o entrevistado em relação ao entrevistador – deve ser sentada à direita da imagem e não o contrário. Há quem admita haver programas em que o apresentador é assumidamente “a figura” do programa, o que poderia justificar a troca de posições. Esteve bem, enfim, a realização da entrevista ao reservar o lugar da direita para Soares.
Não são regras de mera etiqueta, são normas de convivência e comunicação social tão razoáveis como não deitar lixo na via pública – quando temos tantos canais para fazê-lo, o que não é de todo o caso da Sic Notícias.
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2010/08/31
O retorno de Cavaco Silva
Embora eu lá tenha chegado através de Jorge Luis Borges, vem de Friedrich Nietzsche a “Teoria do Eterno Retorno” que passo a expôr e que me servirá para desfazer um tabu político em curso.

Considerando que tudo o que existe e acontece são átomos em diferentes combinações, e admitindo que o universo é finito, então TUDO O QUE ACONTECE VOLTA A ACONTECER visto que a partir de uma certa altura se esgotam as combinações originais.
Por exemplo: para um conjunto de três átomos, só é possível obter seis combinações diferentes: ABC, ACB, BAC, BCA, CAB, CBA. A partir daqui qualquer combinação terá que repetir uma das anteriores.
Ora o que é válido para um pequeno número de elementos é igualmente válido para um número imenso, com a diferença de ser imensa a quantidade de combinações que se obtêm neste caso. Imensa mas finita, pelo que, a partir de certa altura, as combinações “iniciais” terão que repetir-se. Isto é, como já disse: tudo volta a acontecer!
Assim sendo, fica desfeita a dúvida sobre se Cavaco Silva volta a candidatar-se às presidenciais! (Se assim não fôr fica feita uma demonstração ainda mais importante: que o número de átomos do universo é infinito).
Mas como não aconteceu ainda Cavaco Silva perder as eleições, essa é também uma combinação possível. E afinal quem faz as combinações... somos nós!
PS: Dispenso-me aqui de considerar as partículas do átomo por não alterar a teoria nem ajudar à explicação da mesma. E de considerar a complexidade da teoria tal como Nietzsche a concebeu
Imagem editada por mim a partir de outra recortada em www.drdois.blog.br

Considerando que tudo o que existe e acontece são átomos em diferentes combinações, e admitindo que o universo é finito, então TUDO O QUE ACONTECE VOLTA A ACONTECER visto que a partir de uma certa altura se esgotam as combinações originais.
Por exemplo: para um conjunto de três átomos, só é possível obter seis combinações diferentes: ABC, ACB, BAC, BCA, CAB, CBA. A partir daqui qualquer combinação terá que repetir uma das anteriores.
Ora o que é válido para um pequeno número de elementos é igualmente válido para um número imenso, com a diferença de ser imensa a quantidade de combinações que se obtêm neste caso. Imensa mas finita, pelo que, a partir de certa altura, as combinações “iniciais” terão que repetir-se. Isto é, como já disse: tudo volta a acontecer!
Assim sendo, fica desfeita a dúvida sobre se Cavaco Silva volta a candidatar-se às presidenciais! (Se assim não fôr fica feita uma demonstração ainda mais importante: que o número de átomos do universo é infinito).
Mas como não aconteceu ainda Cavaco Silva perder as eleições, essa é também uma combinação possível. E afinal quem faz as combinações... somos nós!
PS: Dispenso-me aqui de considerar as partículas do átomo por não alterar a teoria nem ajudar à explicação da mesma. E de considerar a complexidade da teoria tal como Nietzsche a concebeu
Imagem editada por mim a partir de outra recortada em www.drdois.blog.br
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Teoria do Eterno Retrorno
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