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2020/07/18
2020/05/18
Costa apoia Marcelo
Com o apoio apressado de António Costa a Marcelo ficam debilitadas candidaturas do PS que ele não deseja.
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2019/09/26
2019/01/27
2017/10/19
CDS contra Marcelo
Eu cá não sou de intrigas... mas a Moção de Censura que o CDS apresentará terça-feira 24, no parlamento, contra "o governo das esquerdas", mais parece censurar o Presidente da República do que o Primeiro Ministro. Isto porque Assunção Cristas atira uma bala inofensiva quando se sabe que só Marcelo Rebelo de Sousa tem a bala mortal - a dissolução da Assembleia que levaria à queda do Governo.
Por alguma razão o Presidente da República assinalou no seu discurso que a rejeição (inevitável) da Moção aumentaria a legitimidade da governação.
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Marcelo Rebelo de Sousa
2017/07/25
2016/09/11
Comandos e comandantes
A primeira questão não é saber se as práticas que deram origem à morte dos dois instruendos do curso de comandos, eram ou não adequadas – os resultados mostraram à evidência que não eram! A questão é saber de que estão à espera os responsáveis, desde os instrutores e director de Formação até ao General Chefe do Estado-Maior do Exército!
Por sua vez, o ministro da Defesa, Azeredo Lopes, não tem muito tempo para decidir pelas respectivas demissões e apuramento posterior de responsabilidades criminais. Nada que o Comandante Supremo das Forças Armadas possa resolver com umas palavrinhas de condolências e um sorriso afectuoso para televisão ver.
«Quem tinha poder para decidir decidiu, e bem. Há o pleno apoio do Comandante Supremo das Forças Armadas às duas decisões tomadas: à primeira decisão, a da abertura de um inquérito, e à segunda decisão, relativamente aos cursos». É curto, Marcelo, é curto! Afinal você está com Jesus ou com Pilatos? Chegou a hora de sujar as mãos, Presidente.
A segunda questão não é saber se deve haver ou não tropas especiais, é saber que utilidade têm e a que normas obedecem. Quem responde pelo seu cumprimento, já ficou dito.
Quanto ao resultado de um processo de investigação iniciado “em tempo útil e com competência", pelo Exército, faz rir quem como eu teve que frequentar durante três malditos anos, aquela instituição hierarquicamente agressiva e blindada.
Por sua vez, o ministro da Defesa, Azeredo Lopes, não tem muito tempo para decidir pelas respectivas demissões e apuramento posterior de responsabilidades criminais. Nada que o Comandante Supremo das Forças Armadas possa resolver com umas palavrinhas de condolências e um sorriso afectuoso para televisão ver.
«Quem tinha poder para decidir decidiu, e bem. Há o pleno apoio do Comandante Supremo das Forças Armadas às duas decisões tomadas: à primeira decisão, a da abertura de um inquérito, e à segunda decisão, relativamente aos cursos». É curto, Marcelo, é curto! Afinal você está com Jesus ou com Pilatos? Chegou a hora de sujar as mãos, Presidente.
A segunda questão não é saber se deve haver ou não tropas especiais, é saber que utilidade têm e a que normas obedecem. Quem responde pelo seu cumprimento, já ficou dito.
Quanto ao resultado de um processo de investigação iniciado “em tempo útil e com competência", pelo Exército, faz rir quem como eu teve que frequentar durante três malditos anos, aquela instituição hierarquicamente agressiva e blindada.
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Forças Armadas,
Marcelo Rebelo de Sousa
2016/03/13
Perguntas ao Presidente da República
Sempre que alguém faz questão de afirmar que será “o presidente de todos os portugueses”, eu pergunto se isto é uma promessa de pluralismo ou uma ameaça contra quem se julgue à margem da sua tutela.
Quando Marcelo Rebelo de Sousa, no seu discurso de tomada de posse a 9 de Março de 2016, fez questão de dizer que, como Presidente, «não é nem a favor nem contra ninguém», eu pergunto se isto é uma promessa de imparcialidade (impossível) na luta entre os espoliados e os privilegiados ou
uma declaração de inutilidade da sua função.
Quando ele diz que «temos de ser fiéis à União Europeia e à NATO», num contexto de decadência destas instituições, eu pergunto se elas nos pediram algum juramento novo de fidelidade ou se pretendeu simplesmente inibir algumas bancadas de o aplaudirem.
Quando fala em “desafios dos refugiados na Europa”, está a formar duas equipas em confronto, dois adversários – os refugiados e os europeus?
Quando diz, por exemplo, que “há sinais de apelo a reflexões de substância, de forma, ou de
espírito solidário, num contexto muito diverso daqueles que testemunharam as suas mais apreciáveis mudanças”, eu pergunto se ele próprio sabe o que está dizer.
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Marcelo Rebelo de Sousa,
Presidente da República
2016/03/09
2016/01/22
2016/01/19
Estratégia eleitoral 2016
Conhecida a candidatura de Marcelo Rebelo de Sousa às eleições presidenciais de 2016, por alguma razão PSD e CDS não lançaram nenhum outro – este é o seu candidato para todos os efeitos!
Para evitar que Marcelo tenha mais de metade dos votos, no próximo domingo, é necessário que A SOMA dos outros seja superior a 50%.
Para esse efeito é indiferente a repartição que ocorrer: tanto faz que Sampaio da Nóvoa tenha mais ou menos que Maria de Belém, que Marisa tenha mais ou menos votos que Aguiar, que Morais tenha mais ou menos que o Tino de Rãs… O que importa é que os eleitores votem em qualquer um destes!
Por isso faz todo o sentido a estratégia deles em preencherem todas as opções do eleitorado, desde a intelectualidade ao operariado, do mais radical ao mais moderado.
O que é preciso é votar neste lado!
Para evitar que Marcelo tenha mais de metade dos votos, no próximo domingo, é necessário que A SOMA dos outros seja superior a 50%.
Para esse efeito é indiferente a repartição que ocorrer: tanto faz que Sampaio da Nóvoa tenha mais ou menos que Maria de Belém, que Marisa tenha mais ou menos votos que Aguiar, que Morais tenha mais ou menos que o Tino de Rãs… O que importa é que os eleitores votem em qualquer um destes!
Por isso faz todo o sentido a estratégia deles em preencherem todas as opções do eleitorado, desde a intelectualidade ao operariado, do mais radical ao mais moderado.
O que é preciso é votar neste lado!
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Eleições presidenciais 2016,
Marcelo Rebelo de Sousa
2012/08/13
Televisão na grelha
Seja a propósito do desmantelamento em curso da RTP, razão pela qual nasceu um homem chamado Miguel Relvas, seja porque não tarda que os programadores, chegados de férias, se reunam em aconchegados hoteis a preparar a grelha com que vão cozinhar a programação da próxima época, puxa-me hoje o mau feitio para falar de Televisão.
Na sua esclarecida e lúcida avaliação do mundo em que nos removemos, Umberto Eco disse que «a característica principal da "Neo-TV" é que ela fala cada vez menos do mundo exterior. Ela fala de si própria e do contacto que está estabelecendo com o seu público».
Por falta de tempo não insiro aqui fotos de Mário Crespo, Manuela Moura Guedes, Alberta Qualquer Coisa, Marcelo Rebelo de Sousa, António Vitorino, Pacheco Pereira, o Polvo, a Enguia e o Cavalo-Marinho.
Acresce ao que Humberto Eco já podia analisar, esta oportuna crise de que tanto se fala. Nos dias que escorrem, a receita da austeridade fará sentir cada vez mais a contenção de produção nacional de qualidade e a ausência de informação internacional – fica o sistema bem servido com “debates” (poupa-se em actores e autores incontornáveis) e com directos (poupa-se em edição).
Quanto aos conteúdos da programação que oferecem as diferentes estações, parecem fazer eco de Umberto, à posteriori, as críticas, embora interessadas, da Associação de Produtores Independentes de Televisão de 2009 como poderia ser de qualquer outro ano da geração das privadas. Constatavam eles a "total falta de diversidade de conteúdos, apresentando grelhas muito idênticas e sem grande margem de escolha para o espectador". Mas quantas grelhas queria, se o Poder é um só, reunido no arco da governação? Não se queixe da televisão – a avaria é do emissor!
NOTA: Claro que há excepções na oferta de conteúdos e na qualidade dos intervenientes, mas isso é, sobretudo, mérito dos próprios.
Na sua esclarecida e lúcida avaliação do mundo em que nos removemos, Umberto Eco disse que «a característica principal da "Neo-TV" é que ela fala cada vez menos do mundo exterior. Ela fala de si própria e do contacto que está estabelecendo com o seu público».
Por falta de tempo não insiro aqui fotos de Mário Crespo, Manuela Moura Guedes, Alberta Qualquer Coisa, Marcelo Rebelo de Sousa, António Vitorino, Pacheco Pereira, o Polvo, a Enguia e o Cavalo-Marinho.
Acresce ao que Humberto Eco já podia analisar, esta oportuna crise de que tanto se fala. Nos dias que escorrem, a receita da austeridade fará sentir cada vez mais a contenção de produção nacional de qualidade e a ausência de informação internacional – fica o sistema bem servido com “debates” (poupa-se em actores e autores incontornáveis) e com directos (poupa-se em edição).
Quanto aos conteúdos da programação que oferecem as diferentes estações, parecem fazer eco de Umberto, à posteriori, as críticas, embora interessadas, da Associação de Produtores Independentes de Televisão de 2009 como poderia ser de qualquer outro ano da geração das privadas. Constatavam eles a "total falta de diversidade de conteúdos, apresentando grelhas muito idênticas e sem grande margem de escolha para o espectador". Mas quantas grelhas queria, se o Poder é um só, reunido no arco da governação? Não se queixe da televisão – a avaria é do emissor!
NOTA: Claro que há excepções na oferta de conteúdos e na qualidade dos intervenientes, mas isso é, sobretudo, mérito dos próprios.
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2011/06/13
Santos populares
Santo António, que não era António mas Fernando, comemora-se a 13 de Junho que não é o dia em que nasceu mas aquele em que morreu – como se a sua morte devesse ser celebrada, não a vida. Ainda por cima a sua morte ocorreu em Pádua, Itália, e não em Lisboa onde nasceu num Agosto de ano incerto.
O seu mérito não foi fazer milagres, que os faz Deus, se faz, e não os santos que podem apenas interceder junto daquele, dadas as boas relações “pessoais” existentes. No que ele era bom, era a falar.
Nem Pacheco Pereira, nem Rebelo de Sousa se lhe igualam – e muito menos em sábia humildade. António, digo Fernando, teve por isso o reconhecimento dos seus pares – mais uma diferença – e um auditório internacional, ouvido que era em Portugal, na França, em Itália... Se fosse homem de perder a cabeça, teria ido a Marrocos, como outros foram, mas foi melhor assim pois já dizia Marx nas suas tiradas pró-materialistas que não há pensamento sem cabeça!

Haveria de perdê-la S. João Baptista às ordens de Salomé – que nem se lhe conhece outra mulher por quem o santo, apesar da fama, a tivesse perdido.
Curiosamente, no caso de S. João que o Porto perfilhou sem ser da terra, comemora-se o nascimento e não a morte. Enfim, nisto de ter fama o que conta é ter sorte! E daí, voltando aos sermões de Pacheco e Marcelo, pertencer à seita adequada não será indiferente.
O seu mérito não foi fazer milagres, que os faz Deus, se faz, e não os santos que podem apenas interceder junto daquele, dadas as boas relações “pessoais” existentes. No que ele era bom, era a falar.
Nem Pacheco Pereira, nem Rebelo de Sousa se lhe igualam – e muito menos em sábia humildade. António, digo Fernando, teve por isso o reconhecimento dos seus pares – mais uma diferença – e um auditório internacional, ouvido que era em Portugal, na França, em Itália... Se fosse homem de perder a cabeça, teria ido a Marrocos, como outros foram, mas foi melhor assim pois já dizia Marx nas suas tiradas pró-materialistas que não há pensamento sem cabeça!
Haveria de perdê-la S. João Baptista às ordens de Salomé – que nem se lhe conhece outra mulher por quem o santo, apesar da fama, a tivesse perdido.
Curiosamente, no caso de S. João que o Porto perfilhou sem ser da terra, comemora-se o nascimento e não a morte. Enfim, nisto de ter fama o que conta é ter sorte! E daí, voltando aos sermões de Pacheco e Marcelo, pertencer à seita adequada não será indiferente.
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2009/11/24
Nutissias
«Marcelo Rebelo de Sousa só concorre se não tiver concorrência»Pergunto: Como é que se concorre se não há concorrência?
«Ahmadinejad tem desenvolvido relações com os países latino-americanos como Venezuela, Bolívia, Nicarágua, com líderes conhecidos pelas suas posições anti-americanas».
Pergunto: Os países mencionados não são americanos? Como podem ter posições anti-americanas?
«Erosão da costa portuguesa está a levar zonas do país a recuar 10 metros por ano»
Pergunto: A Espanha está preparada para receber novos territórios? Ou é só a costa e não a zona que recua?
«Livro sobre o Porto lançado em Gaia».
Pergunto: E Gaia aguenta com o Porto inteiro? Ou a ideia é outra e a crise já chegou às vírgulas? É que nem Saramago...
Estes exemplos de "boa literatura", entre outros, estão no JN de ontem, 23 de Novembro. “A não perder”, como diria o Mário Crespo. Mas se já não encontrar essa edição, pode encontrar textos semelhantes noutras edições e noutros jornais...
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