O deputado Bolsonaro exaltou com orgulho a memória do coronel Ustra, a quem chamou de o “pavor de Dilma Rousseff”. O voto de Jair Bolsonaro causou indignação não só aos que eram contra o impeachment.
Isto aconteceu no 316º voto. Um dos deputados, Jair Bolsonaro, homenageou abertamente o torturador Carlos Alberto Brilhante Ustra, coronel reformado do Exército brasileiro, responsável por dirigir o DOI-CODI, órgão subordinado ao Exército e responsável pelo aparelho de repressão durante os anos de ditadura militar.
Com esta posição, Bolsonaro abriu espaço a uma parcela da população brasileira que apoia ou tolera os crimes cometidos pelo Estado durante a ditadura militar que durou de 1964 a 1985.
"No engodo de proteger o Brasil da ameaça comunista, instalou-se uma ditadura, que para manter os princípios da caserna ortodoxa, calou, torturou e matou sem o menor constrangimento, centenas de brasileiros.
(citação)
Oxalá que a História não venha a registar que "No engodo de proteger o Brasil da corrupção"...
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2018/11/02
2009/01/23
Obama soma e segue
DAS PALAVRAS AOS ACTOS
Depois de ter assinado um decreto para fechar Guantánamo no prazo de um ano... «O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, afirmou dia 22/Jan. que os EUA ''não irão torturar'', em seu combate a atividades terroristas e na perseguição aos perpetradores de tais atos»
Na mesma oportunidade, o Presidente disse: “Nossos corações estão com os civis palestinos, que estão necessitando urgentemente de comida, água limpa e auxílio médico básico”.
(Citações: BBCBrasil.com)
Depois de ter assinado um decreto para fechar Guantánamo no prazo de um ano... «O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, afirmou dia 22/Jan. que os EUA ''não irão torturar'', em seu combate a atividades terroristas e na perseguição aos perpetradores de tais atos»
Na mesma oportunidade, o Presidente disse: “Nossos corações estão com os civis palestinos, que estão necessitando urgentemente de comida, água limpa e auxílio médico básico”.
(Citações: BBCBrasil.com)
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2008/06/02
quem guarda os guardas ?

«Os Estados Unidos têm prisioneiros em “prisões flutuantes”, navios em alto mar onde mantém os acusados de terrorismo sem que se saiba quantos estão nestas condições nem onde. ...
Os EUA reconhecem ter 26 mil pessoas detidas ainda sem julgamento em prisões secretas. Mas a informação recolhida diz que o número de detidos pode atingir os 80 mil, de 2001 até hoje. A Reprieve reivindica informação sobre esses prisioneiros: quem são, onde estão e o que lhes é feito. ... »
(Público 2008-06-02)
Ao longo de cinco anos Murat Karnaz foi espancado abundantemente, objecto de simulações de afogamento, algemado de pés e mãos durante semanas, suspenso pelos pulsos durante cinco dias e cinco noites ao longo dos quais era regularmente espancado (neste caso, um médico verificava de seis em seis horas que ele podia continuar a suportar a tortura, o que inevitavelmente lembra os médicos torcionários e da PIDE), longamente privado da visão mediante a aplicação de um capuz, decerto ainda o mais que não nos foi contado e que nós não podemos imaginar.
Com tudo isto, queriam que ele confessasse pertencer à Al Qaeda. Mas essa confissão não podia ele fazê-la porque seria falsa.
... Afinal havia sido preso no Afeganistão porque ali se dirigira, parece que como muitos outros, numa espécie de turismo confessional, visando aperfeiçoar-se como crente islâmico, talvez um pouco como muitos cristãos visitam Roma e outros lugares santos do catolicismo para se sentirem reforçados na sua fé. Só que, para desgraça de Murat Karnaz, o 11 de Setembro ocorrera havia pouco, os Estados Unidos haviam declarado guerra ao «terrorismo» e pagavam a tantos dólares por cabeça quem denunciasse suspeitos de pertença à Al Qaeda.
Murat foi, pois, denunciado por um qualquer afegão sem escrúpulos resolvido a embolsar uns dólares que lhe fariam jeito, e é improvável que tenha sido o único a ir para Guantámano nessas circunstâncias. ...
(Correia da Fonseca – Avante 2008-05-29 )
Fonte original dos 2 recortes: http://www.guardian.co.uk/world
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