Passos Rangel ou vice versa


Passos Coelho não disse o que disse por ser o dia das mentiras. Mas talvez porque sabe que ninguém acredita no que ele diz, de tal modo as políticas que levou à prática desmentiram tudo o que prometeu para ser Governo.

Passos Coelho sabe que o seu discurso político tem valor facial, apenas.  E sabe que nós sabemos isso. Logo, confia em que os seus cúmplices confiem, eles próprios, no pensamento dele e não no seu discurso nebuloso.

Quando disse que a maioria que sustenta este governo, é consistente, ele não disse que é boa! Foi como dizer que Álvaro Cunhal era coerente… - falso elogio usado pelos adversários politicamente-correctos. E daí?

O discurso desta sexta-feira é, nesta parte, uma charla para ser decifrada no domingo. Pelo menos no seu valor facial. Será que vamos ao menos saber o que “quis dizer” Passos Coelho quando afirmou que “sobrarão muitas razões para que o PSD possa ambicionar ganhar eleições no futuro”, mesmo que as coisas corram bem ao actual Governo?

Pelo sim, pelo não, para saber o que pensa realmente Passos Coelho, o melhor é ouvir o que diz Paulo Rangel.


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