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2016/07/02

Censura no Portugal democrático



O secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, esteve em Havana (Cuba) nesta quinta-feira (23) para presenciar a assinatura de um acordo de cessar-fogo entre governo colombiano e Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (FARC), durante a qual enfatizou a importância da iniciativa histórica como um exemplo de fomento da paz.

Cumprimentando os governos de Cuba e Noruega por entregar “consideráveis habilidades diplomáticas” para o processo de paz, o secretário-geral disse que eles, juntamente aos países observadores, Chile e Venezuela, mostraram como os esforços de paz nacionais podem ser apoiados com fidelidade, discrição e de forma eficaz.

Notícia recortada em Nações Unidas

2015/11/15

A notícia que não vi na tv portuguesa


«O presidente da Síria, Bashar al-Assad, falou com deputados franceses, em Damasco.»

Imagem e texto a partir de uma notícia de TELESUR.COM

2010/11/21

A censura anda aí


Funcionários da Polícia Municipal da cidade do Porto, entraram nas instalações da "Federação dos Sindicatos do sector Têxtil, Vestuário e Calçado" e retiraram ilegalmente uma faixa de propaganda que fazia o apelo à Greve Geral de 24 de Novembro e que estava colocada na varanda das instalações da própria Federação.Esses mesmos elementos da Polícia Municipal tentaram retirar uma faixa idêntica no "Sindicato dos Trabalhadores de Transportes Rodoviários e Urbanos do Norte" sendo que aqui, legitimamente, o Sindicato conseguiu impedir essa acção.

É o PSD que quer ser governo nacional... Dasss!

2010/05/30

Isto é fascismo (2)

O Fascismo não é um conceito abstracto. Ele caracteriza-se por uma forma de autoridade, organização e prática política a que a ideologia acrescenta apenas uma pretensa justificação teórica.

Mas não é por se chamar cão ao gato que este começa a ladrar nem é por se chamar liberdade-de-expressão à desinformação, que esta é livre, independente, rigorosa ou séria.

Toda a censura é fascista, quer seja praticada por uma comissão política ou por um director de jornal, quer se pratique na Coreia do Norte ou em Portugal, quer mate jornalistas na Rússia quer mate o jornalismo em Lisboa, quer omita os grandes acontecimentos, quer subverta os seus conteúdos em obediência a preconceitos ideológicos.

Não são apenas as opiniões que têm direito à vida, são também as notícias! A liberdade de informação e de expressão não tem o seu fundamento na liberdade do jornal dizer o que quizer mas sim na liberdade do cidadão ser informado.

Dizer que um acontecimento teve a participação de centenas de pessoas quando teve centenas de milhares, é usar os mesmos nétodos que Salazar usava para a contagem dos resultados eleitorais; silenciar a oposição ao regime, ou subverter as suas actividades e propósitos, são exercícios tão reprováveis num jornal cubano como num jornal português – com a agravante de que o Granma não se esconde sob o manto diáfano da independência.

A notícia da enorme manifestação de descontentamento contra as políticas do Governo e da Direita – esta seria a notícia rigorosa, independente – não é "a preparação de uma greve geral" que não foi referida no discurso da organização, por mais pertinente e previsível que ela se torne. A notícia é a denúncia dos responsáveis e beneficiários da crise económica, a “indignação e protesto” contra as políticas “de austeridade” que se abatem sobre os trabalhadores como se a crise tivesse sido provocada – e não foi – por se terem pago subsídios de desemprego a mais, prestações sociais, pensões de reforma e salários excessivos aos trabalhadores comuns.

Isto e muito mais do que se viu e ouviu no terreno, é notícia. O resto é difamação à maneira fascista.