Estamos destinados a falar com “pessoas” que não existem, a fazer negócios com pessoas que não existem, a consultar médicos que não existem, a discutir política com interlocutores inumanos.
O fenómeno da inteligência artificial (IA) não é uma ideia do futuro, é já uma realidade no presente. O que se discute não é a sua existência, é saber quem e como domina a sua actividade e desenvolvimento, sendo que isto é uma parte importante das tensões entre as grandes economias mundiais.
Nada para que não estejamos já treinados, nomeadamente quando viajamos em automóveis sem condutor ou em aviões sem pilotos, mas também quando perguntamos, na internet, como tratar uma doença, ou quando movimentamos dinheiro no “balcão” multibanco.
Das notícias (The Guardian):
A decisão das empresas americanas, face às tensões entre Pequim e Washington, provoca corrida para atrair consumidores para modelos domésticos de inteligência artificial (IA).
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2024/07/09
2021/12/29
Ano Novo
“Vimos tudo o que pudemos ou não imaginar e nada era ainda o fim dos tempos. Escravaturas, inquisições, fascismos, revoluções, conflitos e traições, vietnames, bósnias, palestinas…”
Que poderá trazer de novo o Ano Novo? Novos actores para velhos dramas?
("Ao deus-dará" - via Wook)
Que poderá trazer de novo o Ano Novo? Novos actores para velhos dramas?
("Ao deus-dará" - via Wook)
2014/12/24
O Papa e este outro mundo
O Mundo está mudado, o mundo social. Não falo das diferenças
circunstanciais como haver mais ou menos pobres, mais ou menos analfabetos, mais ou menos acesso aos cuidados de saúde; falo do controlo dos poderes, da transparência dos capitais, da independência da Justiça, da participação dos cidadãos nas decisões dos estados.
A denúncia e o combate que o Papa Francisco faz em relação aos comportamentos reprováveis que observa nos doutores do Vaticano, além de real é simbólico destas mudanças porque ocorre na mais conservadora instituição do mundo ocidental.
O discurso e a atitude do Papa, dirigido aos bispos nas vésperas do Natal de 2014,fez lembrar Jesus a expulsar, do Templo de Jerusalém, os cambistas e comerciantes que usavam a “casa do Pai” para fazer os seus negócios, chamando-lhes “salteadores”…
Quando o Papa exaltou os homens e mulheres “invisíveis”, os trabalhadores anónimos, e fez notar que o cemitério está cheio de figuras prestigiadas que se consideravam insubstituíveis, é toda a mensagem social dos evangelhos que emerge do bafiento discurso tradicional e contemporizador em que a Igreja se tem acobardado e beneficiado materialmente.
Se o “conclave” que elegeu o argentino Bergoglio, em Março de 2013, esperava dele o mesmo papel que desempenhou João Paulo II, levando desta vez a uma reversão do curso progressista da América Latina, enganaram-se. O que acabámos de ver há escassos dias, foi uma aproximação entre os EEUU e Cuba com intermediação do Papa Francisco. A favor do regime político cubano? Não. A favor da paz mundial e do bem-estar das populações “invisíveis” que são as vítimas das guerras quentes e frias.
A denúncia e o combate que o Papa Francisco faz em relação aos comportamentos reprováveis que observa nos doutores do Vaticano, além de real é simbólico destas mudanças porque ocorre na mais conservadora instituição do mundo ocidental.
O discurso e a atitude do Papa, dirigido aos bispos nas vésperas do Natal de 2014,fez lembrar Jesus a expulsar, do Templo de Jerusalém, os cambistas e comerciantes que usavam a “casa do Pai” para fazer os seus negócios, chamando-lhes “salteadores”…
Quando o Papa exaltou os homens e mulheres “invisíveis”, os trabalhadores anónimos, e fez notar que o cemitério está cheio de figuras prestigiadas que se consideravam insubstituíveis, é toda a mensagem social dos evangelhos que emerge do bafiento discurso tradicional e contemporizador em que a Igreja se tem acobardado e beneficiado materialmente.
Se o “conclave” que elegeu o argentino Bergoglio, em Março de 2013, esperava dele o mesmo papel que desempenhou João Paulo II, levando desta vez a uma reversão do curso progressista da América Latina, enganaram-se. O que acabámos de ver há escassos dias, foi uma aproximação entre os EEUU e Cuba com intermediação do Papa Francisco. A favor do regime político cubano? Não. A favor da paz mundial e do bem-estar das populações “invisíveis” que são as vítimas das guerras quentes e frias.
2008/07/11
Futuro em queda
A aviação é um dos sectores visivelmente afectados pela crise económica mundial em desenvolvimento. Em alguns países fazem-se esforços políticos para resistir a ameaças de encerramento das respectivas companhias aéreas.
«Até agora já foram à falência mais de uma dúzia de companhias de aviação internacionais, só nos primeiros 6 meses de 2008, incluindo:
A Airblue (Paquistão), a City Star Airways (UK), a Frontier Airlines (EUA), a Nationwide Airlines (África do Sul), a Palestinian Airlines (Egipto), a Tavrey Airlines (Ucrânia), a Jet4you (Marrocos), a Euromanx (Ilha de Man), a Aeropostal (Venezuela) e a Silverjet (UK), entre outras».
«Os grandes silos que são hoje os edifícios dos aeroportos, dentro de cinco anos podem estar transformados em museus da arte da tecnologia».
Quem fala assim é Nicolas van der Leek, a partir de Thomas L. Friedman, no livro The World Is Flat. Recolho esta análise catastrófica de Leek, com tradução de Margarida Ferreira, em resistir.info
E eu penso no novo aeroporto de Lisboa... Isto é, nos milhões...
Se este desastre se confirmar, eu não quero estar no PS nessa altura. Se não se confirmar..., também não quero.
«Até agora já foram à falência mais de uma dúzia de companhias de aviação internacionais, só nos primeiros 6 meses de 2008, incluindo:
A Airblue (Paquistão), a City Star Airways (UK), a Frontier Airlines (EUA), a Nationwide Airlines (África do Sul), a Palestinian Airlines (Egipto), a Tavrey Airlines (Ucrânia), a Jet4you (Marrocos), a Euromanx (Ilha de Man), a Aeropostal (Venezuela) e a Silverjet (UK), entre outras».
«Os grandes silos que são hoje os edifícios dos aeroportos, dentro de cinco anos podem estar transformados em museus da arte da tecnologia».
Quem fala assim é Nicolas van der Leek, a partir de Thomas L. Friedman, no livro The World Is Flat. Recolho esta análise catastrófica de Leek, com tradução de Margarida Ferreira, em resistir.info
E eu penso no novo aeroporto de Lisboa... Isto é, nos milhões...
Se este desastre se confirmar, eu não quero estar no PS nessa altura. Se não se confirmar..., também não quero.
2007/04/16
história do futuro
Porém, decerto, a realidade será ainda mais criativa do que a imaginação. Pelo menos tem sido assim com a História.
Aproveito para mandar beijos à Microsoft, abraços ao Google e cumprimentos a todos.
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