«Éramos jovens, mas duros. (...) Foi explicado aos soldados, maioritariamente açorianos, ao que iam e foi-lhes dito que a acção não era obrigatória. Ninguém quis ficar no quartel. Toda a gente quis vir» - dizia Rui Rodrigues, comandante das forças que ocuparam o aeroporto em Abril de 1974.
Quarenta anos mais tarde… quando vou tomar café ao Piolho, cruzo-me com centenas de jovens a cultivarem o ridículo, a futilidade e a imbecilidade como valor identitário – são as “praxes académicas” que haviam sido banidas a partir da crise estudantil de 1962, num contexto de luta pela liberdade e contra a guerra colonial.
O que vale é saber que uns e outros jovens não se distinguem pela geração a que pertencem mas sim pelos valores e comportamentos que perseguem na época em que vivem, entre a generosidade e a bestialidade.
O desenho foi recolhido no jornal Mudar de Vida
Mostrar mensagens com a etiqueta Movimentos jovens. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Movimentos jovens. Mostrar todas as mensagens
2014/10/23
2011/08/11
Lideranças na América Latina
Enquanto Cuba vai brincando às reformas económicas e reprimindo os dissidentes do regime; enquanto a doença de Hugo Chavez mobiliza todas as atenções do Poder na Venezuela; enquanto Rafael Correa se abraça mais ao povo do Equador e este a ele, não pela força nem pela demagogia mas pelo aprofundamento da democracia...
Tatiana Acuña Selles, Secretaria Ejecutiva del Fondo del Libro, dependiente del Ministerio de la Cultura (do Chile ), difundió a través de la red social Twitter, una grave y apenas velada amenaza a la dirigente estudiantil y Presidenta de la FECh , Camila Vallejo. “Se mata a la perra y se acaba la leva” escribió la funcionaria.
Esta misma frase la dijo el tirano Pinochet el 11 de septiembre de 1973 cuando daba la orden de bombardearLa Moneda y asesinar el presidente constitucional de Chile, compañero Salvador Allende.
Desde anoche en distintas redes sociales circula la dirección y el teléfono de la dirigenta estudiantil, dados a conocer por jóvenes fascistas gobiernistas.
... no Chile, o mediático presidente Piñera vê-se confrontado com os estudantes e os mineiros (sim, os mineiros!, lembram-se?) e, para que se enterre um pouco mais – na mina política – surge agora uma notícia muito embaraçosa: uma sua colaboradora recomenda de forma pouco velada... que se mate uma dirigente dos protestos estudantis!
Camila Vallejo, dirigente estudantil
NOTÍCIAEsta misma frase la dijo el tirano Pinochet el 11 de septiembre de 1973 cuando daba la orden de bombardear
Desde anoche en distintas redes sociales circula la dirección y el teléfono de la dirigenta estudiantil, dados a conocer por jóvenes fascistas gobiernistas.
Tribuna Popular TP.- 6 ago. 2011
Etiquetas:
América Latina,
Chile,
Movimentos jovens,
Rafael Correa,
Sebastián Piñera
2011/05/26
Exortação aos movimentos emergentes
São massas invisíveis e instáveis que, em momentos críticos, abalam, imprevisíveis e incontroláveis, a crusta suave e firme em que se desenrola a vida superficial.
Na Natureza tem um nome estranho, “tectónica de placas”; na Sociedade, mais prosaicamente chama-se “revolta”. Bem-vistas as coisas são designações equivalentes com que se exprime a desconstrução de um edifício ou, por extensão, de um sistema.
A questão política é esta: não se trata de "apoiar" um partido - em última análise, ninguém representa ninguém, ninguém merece a confiança total de ninguém. Do que se trata é de tomar “posição”, de mudar o caminho aos acontecimentos, de atrever-se por mares não navegados. É de comparar sistemas, inútil como é esta cacofonia social-democrata em busca de diferenças in-significantes.
E aqui não se trata, uma vez mais, de escolher os programas à venda – trata-se de agir, de abrir sulcos no caminho dos consensos paralizantes, de remover escolhos formais, destruir os alicerces da exploração, furar a crusta da corrupção, estremecer a Terra e libertar o Homem da asfixia a que chegou neste momento histórico. Cientes – e daí? – que a História não acaba aqui. Os políticos, os partidos, saberão "como" mudar o rumo, mas aos cidadãos comuns compete saber "para onde" querem ir.
A questão política é esta: não se trata de "apoiar" um partido - em última análise, ninguém representa ninguém, ninguém merece a confiança total de ninguém. Do que se trata é de tomar “posição”, de mudar o caminho aos acontecimentos, de atrever-se por mares não navegados. É de comparar sistemas, inútil como é esta cacofonia social-democrata em busca de diferenças in-significantes.
E aqui não se trata, uma vez mais, de escolher os programas à venda – trata-se de agir, de abrir sulcos no caminho dos consensos paralizantes, de remover escolhos formais, destruir os alicerces da exploração, furar a crusta da corrupção, estremecer a Terra e libertar o Homem da asfixia a que chegou neste momento histórico. Cientes – e daí? – que a História não acaba aqui. Os políticos, os partidos, saberão "como" mudar o rumo, mas aos cidadãos comuns compete saber "para onde" querem ir.
Etiquetas:
democracia,
Eleições,
Movimentos jovens,
revoltas
Subscrever:
Mensagens (Atom)
