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2017/04/05

Eleições no Equador

O seu opositor nesta eleições foi Guillermo Lasso. «Un informe de la Superintendencia de Bancos de Panamá, al que tuvo acceso el portal argentino "Página 12", reveló que Guillermo Lasso está asociado a 49 empresas offshore en paraísos fiscales y acumuló entre 1999 y 2000 una riqueza de 30 millones de dólares».

2013/02/18

América Latina vive

Enquanto a cubana Yoani Sanchez, contestatária do "castrismo", celebra a liberdade de viajar, e Hugo Chavez regressa à Venezuela, Rafael Correa recebe a confiança e o apoio dos equatorianos para prosseguir um projecto socialista democrático. Nada que interesse à nossa Informação...!

Notícia recortada em EL PAIS

2011/08/11

Lideranças na América Latina

Enquanto Cuba vai brincando às reformas económicas e reprimindo os dissidentes do regime; enquanto a doença de Hugo Chavez mobiliza todas as atenções do Poder na Venezuela; enquanto Rafael Correa se abraça mais ao povo do Equador e este a ele, não pela força nem pela demagogia mas pelo aprofundamento da democracia...

... no Chile, o mediático presidente Piñera vê-se confrontado com os estudantes e os mineiros (sim, os mineiros!, lembram-se?) e, para que se enterre um pouco mais – na mina política – surge agora uma notícia muito embaraçosa: uma sua colaboradora recomenda de forma pouco velada... que se mate uma dirigente dos protestos estudantis!

Camila Vallejo, dirigente estudantil
NOTÍCIA
Tatiana Acuña Selles, Secretaria Ejecutiva del Fondo del Libro, dependiente del Ministerio de la Cultura (do Chile), difundió a través de la red social Twitter, una grave y apenas velada amenaza a la dirigente estudiantil y Presidenta de la FECh, Camila Vallejo. “Se mata a la perra y se acaba la leva” escribió la funcionaria.

Esta misma frase la dijo el tirano Pinochet el 11 de septiembre de 1973 cuando daba la orden de bombardear La Moneda y asesinar el presidente constitucional de Chile, compañero Salvador Allende.

Desde anoche en distintas redes sociales circula la dirección y el teléfono de la dirigenta estudiantil, dados a conocer por jóvenes fascistas gobiernistas.

Tribuna Popular TP.- 6 ago. 2011

Pode ver desenvolvimento em CAMBIO 16
E sobre política de Rafael Correa, AQUI

2010/10/03

Guerra e paz na América Latina

A evolução mais recente na região da América Latina, se tem algum elemento comum é talvez e apesar de tudo, a tendência para a pacificação.

Na Colômbia, a saída de Uribe, símbolo do odioso que recai sobre a direita mais assumida da região, rendido por um ex-colaborador muito próximo que não tendo as mãos limpas calça luvas para não parecer tão agressivo, e beneficiando também de alguma desarticulação das FARC, acalmam-se os ódios de Chavez que na Venezuela já tem com que se entreter devido à oposição que lhe tentam fazer as forças conservadoras e outras simplesmente inquietas com a agressividade do seu estilo.

As oposições no interior de um e outro país não se renderam, mas enquanto conspiram em segredo, deixam pairar a sensação de uma certa acalmia. Também porque já ninguém dá muito crédito aos alarmes de Chavez, comparáveis aos alarmes de seu mentor, Fidel.

Mas a Direita solene, aristocrática, envernizada, tende a estilhaçar sempre que os privilégios da classe possidente são condicionados.


Rafael Correa à esqª; Manuel Zelaya à dirª

O caso Zelaya, isto é, o golpe que destituiu o presidente das Honduras em Junho de 2009, com um desfecho pouco honroso para ele e para a Democracia, deve ter animado o golpe contra o presidente Correa, do Equador, este ocorrido agora, dia 30 de Setembro, a pretexto de reivindicações salariais dos polícias.

Além de um pretexto, que é o mais fácil, há apenas mais duas condições necessárias para derrubar um poder instituído: descontentamento social e colaboração nas forças armadas. Ora aconteceu que o movimento revoltoso não contou com um envolvimento militarizado suficiente nem com a vontade do Povo. E o próprio pretexto era muito frágil e inexpressivo, apenas se tornando perigoso devido a envolver directamente um grupo armado.

Outro elemento que destoa do golpe contra Zelaya é a fragilidade política e até pessoal deste em compraração com a força de caracter e a determinação de Rafael Correa. Para já não falar do contexto internacional – um golpe tão sujo não podia esperar a colaboração de Obama, o silêncio de Zapatero ou a tolerância de Lula da Silva. E não é Pinochet quem quer...